
A Dívida Pública Federal ficou em R$ 2,734 trilhões, em setembro, segundo o Tesouro Nacional. Em relação a agosto, houve crescimento de 1,8%, quando o débito estava em R$ 2,686 trilhões. O endividamento do Tesouro ocorre por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet ou pela emissão direta.
Outro caminho para o endividamento é a assinatura de contratos de empréstimo – quando o Tesouro toma empréstimo de uma instituição financeira ou de um banco de desenvolvimento para financiar o desenvolvimento de uma determinada região.
Só a Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) cresceu 1,44% no último mês. Ficou em R$ 2,588 trilhões. E a Dívida Pública Federal Externa (DPFe), paga em outras moedas que não o Real, sofreu elevação de 8,62% e ficou em R$ 145,89 bilhões (ou US$ 36,72 bilhões).
Explicação e previsão
Em nota, o Tesouro explicou que "a variação [da DPFe] deveu-se principalmente à desvalorização do Real [de agosto para setembro] em comparação a outras moedas que compõem o estoque da dívida externa brasileira".
O governo estima que a Dívida Pública Federal, em 2015, ficará no intervalo mínimo de R$ 2,65 trilhões e máximo de R$ 2,8 trilhões.
Agência CNM, com informações da EBC