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Banco da Amazônia deverá aplicar R$ 1,5 bilhão no Pará este ano, sendo R$ 1
bilhão do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e R$ 507 milhões
da carteira comercial do banco. Dos recursos do FNO, R$ 287,6 milhões vão para
o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), R$
200,7 milhões para as micro e pequenas empresas e empreendedores individuais,
R$ 79 milhões para o Programa de Agricultura de Baixo Carbono. Lançado em 2015,
o FNO-ABC é destinado a projetos agropecuários e florestais para redução da
emissão de gases de efeito estufa na região.
Segundo
o Plano de Aplicação de Recursos Financeiros 2016, há investimentos previstos
para todas as mesorregiões do Estado. No Baixo Amazonas, por exemplo, na
microrregião de Santarém, os esforços serão para o desenvolvimento da
piscicultura e da cadeira produtiva da mandioca. No Marajó, em Soure, haverá
investimentos na cadeia de frutas regionais, como o açaí, na aquicultura,
criação de búfalos de corte e leite e ovinocaprinocultura. Já na mesorregião
Sudeste, os recursos serão destinados à microrregião de Marabá para
potencializar o reflorestamento, a pecuária de corte e o setor de mineração.
Veja
imagens da 1ª Feira de Negócios Agropecuários de Belém.
INVESTIMENTOS
Nos
últimos cinco anos, o Banco da Amazônia aplicou no Estado do Pará R$ 6,4
bilhões em créditos de fomento, com destaque para R$ 1,3 bilhão destinados à
agricultura familiar, R$ 1,5 bilhão para as atividades agropecuárias, R$ 244,5
milhões para atividades florestais, R$ 1,8 bilhão para o desenvolvimento do
comércio e do setor de serviços e R$ 916,4 milhões em apoio ao micro e pequenas
empresas e microempreendedores individuais. Ao longo desse período, a
instituição tem participado de grandes projetos no Estado, como a construção do
aeroporto de Santarém E a construção das eclusas de Tucuruí.
Fonte:
DOL