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Variados - 24/08/2016 
SEMINÁRIO TENTA DAR VISIBILIDADE À PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE RIBEIRINHOS.

 

Ainda como parte do estudo, no semestre passado foi realizado encontro com os quilombolas. Ontem e hoje acontece com os ribeirinhos. Depois serão os pescadores, indígenas, extrativistas e assentados. O encontro com os ribeirinhos acontece por meio do I Seminário Povos Ribeirinhos da Amazônia: educação e pesquisa em diálogo. Para a realização do evento o Geperuaz conta com a parceria do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), instituição pública que também tem tradição na formação de profissionais e pesquisa e produção de conhecimento envolvendo as populações tradicionais da Amazônia. A palestra de abertura foi proferida ontem pelos professores Lourdes Furtado e Sérgio Cardoso de Moraes, tendo como mediador Salomão Hage.

O principal objetivo é fortalecer o diálogo entre essas duas instituições de pesquisa e dar visibilidade às produções sobre a realidade das populações ribeirinhas da Amazônia. O seminário acontece até hoje no Auditório Paulo Cavalcante, no campus de pesquisa do MPEG, na avenida Perimetral, na Terra Firme.

Ontem um conjunto de pesquisadores dessas instituições apresentou seus estudos e as principais questões que envolvem os povos tradicionais, em especial ribeirinhos e pescadores, as conquistas e conflitos envolvendo os territórios e os processos educativos e escolares.

Na manhã de hoje, grupos do MPEG que investigam essas populações apresentam o acervo que possuem. À tarde, acontece reunião entre lideranças das populações da pesca e ribeirinhos junto com representantes do grupo e do Ministério Público. “Eles vão dialogar e apresentar ao MP quais sãos as suas principais demandas educacionais considerando que existe um conjunto de legislações que assegura direitos como a qualificação dos professores, infraestrutura das escolas e outros, mas, na prática, esses direitos não são efetivados”, reiterou Salomão Hage.

Fonte: O Liberal.

Comunicação/AMAM
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