Deputados federais,
estaduais, prefeitos e vereadores do Marajó, estudantes e membros do Movimento
Marajó Forte e técnicos de diversas áreas do ensino participaram nesta manhã,
na sede da Assembleia legislativa, da audiência pública com o magnífico reitor
da Universidade Federal do Pará pra discutir a criação da Universidade Federal
do Marajó.
Os prefeitos João Luiz de Soure, Benedito Vasconcelos de Oliveira (filhão) de Cachoeira do Arari, Sergio Murilo Dos Santos Guimarães de Muaná, Adiel Moura
Dos Santos de Melgaço e Consuelo Castro de Ponta de Pedras se fizeram presentes
e buscaram sensibilizar os deputados federais e estaduais a concederem parte
dos recursos de emendas ao projeto de implantação do futuro campus. A prefeita
Consuelo Castro, que preside a Associação dos Municípios do Marajó, declarou
que o Governo Federal tem mudado seu comportamento e procurado estar mais
presente conhecendo a realidade marajoara, suas carências, seu custo diferenciado
seja em logística ou infraestrutura além das distâncias imensas que dificulta a
presença do Estado de maneira maios integral.
O coordenador do movimento
Marajó Forte, foi enfático ao afirmar que só a educação será o elemento de transformação
que o povo do Marajó carece para alterar para mais os índices de
desenvolvimento humano, que coloca o arquipélago em situação muito desigual em
relação ao restante do País e do próprio Pará.
O reitor da UFPÁ, Carlos
Maneschy, destacou que a força dos parlamentares paraenses seja em Brasília ou
na capital, a pressão da sociedade, principalmente dos jovens e da Associação
dos Municípios com seus prefeitos indo à Brasília junto ao MEC reivindicar a implantação
da universidade certamente irão dar resultado mas ele não espera nada para o
próximo ano, quando o Governo Federal quer consolidar as universidades já instaladas
em território nacional. Maneschy entende que em 2015 será o ano decisivo para a
informalização da universidade e o começo de sua implantação.
Texto: Pedro Medina