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19/02/2014
Variados
SEMINÁRIO NA ELETRONORTE DEFENDE A ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO.
 

O enfrentamento ao trabalho escravo, nos últimos anos, vem ganhando o apoio de grandes empresas, compartilhando o compromisso com as políticas públicas. Um olhar humanizado é o que as empresas privadas passam a adquirir, priorizando não apenas o lucro, mas também o bem-estar dos funcionários. Eletrobrás/ Eletronorte e parceiros promoveram, em seu Centro de Tecnologia, na Rodovia Arthur Bernardes, o Seminário de Promoção do Trabalho Decente e Erradicação do Trabalho Escavo, nesta terça-feira (18).

O objetivo é enfrentar essa dura realidade no Brasil. Segundo dados da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo (Conetrae), desde 1995 foram libertados mais de 45 mil trabalhadores no Brasil. Embora esse tipo de crime esteja comumente associado à atividade agrícola, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) resgatou uma porcentagem considerável de trabalhadores na construção civil. Somente na área urbana, foram 914 no ano de 2013.

O trabalho escravo quebra o imaginário de exploração no campo e passa a ser exercido nos centros das cidades. Com isso, uma das ações para enfrentar o problema é o comprometimento dos diversos atores sociais, especialmente do setor empresarial, com a promoção de iniciativas que eliminem o trabalho escravo de suas cadeias produtivas. A Eletronorte, por meio da adesão do Pacto Nacional, busca melhorar  essa situação e estimula outras empresas pela adesão do Pacto.

Durante o seminário, foram apresentados painéis interativos com a participação de representantes da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, Instituto Ethos e Organização Internacional do Trabalho (OIT). A Coordenação de Proteção dos Direitos dos Trabalhadores Rurais e de Combate ao Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas faz parte da mesa de apresentação de serviço. A coordenadora, Leila Silva, ressaltou a importância das empresas privadas aderirem o Pacto Nacional contra o crime de escravidão. Para ela, a atuação do Pacto gerará melhorias na qualidade de vida dos trabalhadores rurais do país, provendo não apenas o fim do crime, mas também o trabalho descente.

Fonte: AGPA
Comunicação/AMAM
 
  
 
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