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08/07/2014
Variados
SESPA LEVA AÇÕES DE PREVENÇÃO ÀS DSTS/AIDS E HEPATITES A 8 MUNICÍPIOS.
 

Nos fins de semana deste mês, técnicos da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) percorrem os locais mais procurados pelos veranistas para orientá-los sobre a importância da prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), HIV/ Aids e hepatites virais, informou a Agência Pará. As ações ocorrem em oito municípios: Salinópolis, Bragança, Cametá, Maruda, Barcarena, Salvaterra, Soure e Abaetetuba. A Coordenação Estadual de Hepatites Virais promove ações em alusão ao Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, comemorado no próximo dia 28. Os serviços incluem a distribuição de preservativos masculinos e de folders com orientações à população sobre os meios de transmissão das hepatites virais, além de intensificação da vacina contra a hepatite B. Também são ofertados testes imunológicos rápidos para o diagnóstico precoce e tratamento da doença. A Coordenação Estadual de DST/Aids e Sífilis também leva ações aos municípios paraenses, com orientações de prevenção e serviços de teste rápido para HIV/ Aids e Sífilis, além da distribuição de preservativos masculinos e femininos. A finalidade é informara população sobre as formas de contaminação das DSTs e HIV/ Aids, e ainda estimular a conscientização de práticas seguras de prevenção. As ações ocorrem por meio da Vigilância em Saúde, em parceria com os Centros Regionais de Saúde (CRS), com o apoio dos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs) municipais e também da sociedade civil. A diretora da Unidade de Referência Especializada em Doenças Infecciosas Parasitárias Especiais (Uredipe), Jane Durans, reforçou no domingo,6, a equipe em Mosqueiro. Ela ressaltou a importância de sensibilizar a sociedade, especificamente os jovens, para a prevenção e os cuidados comas DSTs, HIV/ Aids e hepatites virais. “A sensibilização é de suma importância para a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e HIV/ Aids. Sexo sem o uso de preservativo pode trazer risco à saúde, visto que dificilmente uma pessoa saberá quando a outra está infectada. É preciso constantemente mobilizar as pessoas a procurarem os centros de saúde para o diagnóstico precoce e tratamento, para se evitar a disseminação dessas doenças”, afirmou a diretora.

Fonte: OLiberal.

Comunicação/Amam
 
  
 
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