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17/05/2013
Variados
ADEPARÁ DESTACA AVANÇOS NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE LUTA CONTRA A FEBRE AFTOSA.
 

A importância econômica do status de área livre de febre aftosa, conquistado pelo Estado do Pará nesta semana, foi destacada por Mário Moreira, diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), durante a 40ª Reunião Ordinária da Comissão Sul-americana de Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa), na cidade do Panamá, na América Central. O evento reuniu representantes do setor de sanidade animal de vários países das Américas Central, do Norte e do Sul.

 

A febre aftosa; a defesa sanitária e os cenários atuais relacionados a pragas e doenças; o mercado internacional e a segurança alimentar; definições de formas de ação conjuntas e individualizadas, e as exigências do mercado internacional estiveram entre os temas abordados na Cosalfa.

 

Durante o debate sobre segurança alimentar foi enfatizado que gêneros alimentícios, como carne, leite e derivados, e vegetais, precisam de condições sanitárias adequadas, garantidas pelas inspeções feitas por Estados, Municípios e pela União. A presença de um único foco de aftosa provoca a retração do mercado internacional, prejudicando os países produtores de carne bovina. Hoje, o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos, e o Pará tem o maior rebanho de boi em pé, e o 4º maior rebanho do Brasil, com 20 milhões de cabeças.

 

A produção brasileira é destinada, principalmente, aos países do Mercosul e à comunidade europeia, que consome cerca de 50% dos gêneros alimentícios produzido no mundo. Os produtores de alimentos também se voltam ao mercado asiático. A China importa quase 80% da soja produzida no Brasil. O Oriente Médio está entre os maiores compradores da carne brasileira.

 

 

Mário Moreira também frisou os avanços da defesa agropecuária no Pará, o aumento do potencial produtivo do Estado e a capacidade de garantir a segurança alimentar. Nos últimos dois anos, o trabalho desenvolvido pela Adepará se tornou referência no país.

 

“Queremos produzir e vender, por isso estamos cada vez mais nos adaptando às exigências do mercado internacional. Estamos tornando aos poucos nossos produtos competitivos, com valor agregado e bons preços. Estamos empenhados na capacidade produtiva do Pará”, finalizou Mário Moreira.

 

Fonte: AGPA.


Comunicação/AMAM
 
  
 
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