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27/06/2012
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Hoje tem Dia do Marajó sobre pesca artesanal
 
 Pescadores artesanais atracam barco no trapiche improvisado em Santa Cruz do Arari
 

O Pará é o segundo maior produtor de pescado do país, segundo dados do Ministério da Pesca e Aquicultura. Mesmo sem estatísticas oficiais, a pesca no Marajó contribui de maneira decisiva para manter o Estado no topo deste ranking. Porém, a falta de monitoramento e controle vem prejudicando o desenvolvimento da atividade em bases sustentáveis,  aponta o diagnóstico da pesca artesanal no Marajó feita pelo Instituto Peabiru, por meio do Programa Viva Marajó. Na próxima terça-feira, 26, a ONG promove mais um Dia do Marajó e discute as oportunidades e desafios do setor pesqueiro para a região. Será as 18h30, no Sesc Boulevard.

 

A ausência de infraestrutura de apoio, baixa qualidade de alguns produtos e elevadas perdas geram um fluxo de comercialização incerto e injusto para os pequenos produtores. O estudo também apontou que colônias de pescadores e associações precisam se fortalecer para ampliar o mercado e melhorar a qualidade.  Para discutir essas problemáticas do setor pesqueiro, participam do Dia do Marajó, o superintendente do Ministério da Pesca e Aquicultura no Pará, Carlos Alberto Leão, o agrônomo Jorge Pinto, responsável e o coordenador Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Marajó, CODETEM, Assunção Cacau Novaes.

 

Controle – A maior preocupação dos pescadores marajoaras é o controle e monitoramento da atividade para evitar a diminuição da ocorrência de cardumes. Segundo informações do Programa Viva Marajó, é preciso consolidar acordos de pesca, ou seja, formas de gestão dos recursos pesqueiros pelas comunidades.  Essa medida também diminuiria o conflito entre colônias de pescadores e geleiras das grandes frotas industriais.

 

Mensal - O “Dia do Marajó” foi lançado em 2010 pelo Programa Viva Marajó, coordenado pelo Instituto Peabiru e o Fundo Vale para o Desenvolvimento Sustentável. O evento é mensal e reúne todos os meses agentes ambientais, pesquisadores, representantes de instituições e cidadãos para discutir e encontrar novos caminhos para o desenvolvimento sócio-ambiental da região.

 

Fonte: Instituto Peabiru

 

 
  
 
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