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29/06/2012
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AMAM quer políticas públicas contra o escalpelamento
 

A Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó está empenhada em criar politicas sociais de prevenção aos acidentes de escalpelamento que tem crescido no último ano, depois de quase uma década de diminuição no número de acidentes. A Associação tem reunido técnicos dos municípios na área de assistência social, representantes do Governo do Estado encarregados de políticas sociais a fim de buscar soluções que cheguem até as famílias ribeirinhas do interior do Pará, particularmente no arquipélago, onde existe um grande número de embarcações com eixos expostos e onde a incidência de acidentes é maior.

A proposta de trabalho é de implantar campanhas de conscientização a fim de diminuir o número de acidentes, criar mecanismos de instalação dos protetores sobre os eixos das embarcações que podem ser feitos com diversas matérias e de forma sistêmica a fim de popularizar seu uso e exigir mais fiscalização da Marinha e órgãos afins além de distribuição de material didático, palestras nas escolas e participação das comunidades e lideranças das localidades do interior.

Quanto às vítimas, o trabalho é muito mais complexo. Segundo Luzia Matos, da Fundação Santa Casa de Belém e órgão de referência nessa questão, o Estado está implantando uma Política de Erradicação  de Acidentes por Escalpelamento, mas necessita que toda a sociedade se envolva e contribua nessa questão.

Mais recursos para os cuidados médicos aos pacientes que custa caro e demora, apoio á famílias das vítimas, maior condição de tratamento fora do domicílio, maior estrutura para casa de acolhimento, são algumas das lutas que serão levadas a efeito. A AMAM  está organizando um grande encontro no mês de agosto a fim de discutir políticas e ações que venham a contribuir para que esse quadro  de escalpelamento venham a diminuir até termos extirpado esse mal da vida do ribeirinho.

 

Fonte: Ass. de Comunicação

 


 
  
 
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