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03/01/2013
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NOVOS PREFEITOS MIRAM NO IDH
 

Aumentar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que em média é de 4,7 % será o grande desafio dos prefeitos eleitos do arquipélago do Marajó nos próximos quatro anos. Essa tarefa implica em investimentos maciços em educação, saúde, saneamento, cidadania, infraestrutura e aumento da produção de alimentos na agropecuária e pesca além de implantar políticas de desenvolvimento sustentável nas diversas áreas.

Com pouco mais de 400 mil habitantes distribuídos metade em cidades e a outra nos campos, rios, igarapés e florestas, o Marajó é considerada uma região de alta potencialidade para o turismo, produção de grãos, gado, piscicultura e extração de produtos da floresta como a madeira, açaí, palmito, óleos e essências. Mas a falta de políticas públicas e da mão forte do Estado transformou a região em rota de tráfico de drogas, armas e pessoas atraindo mais violência principalmente contra os ribeirinhos que não têm como se defender.

Os governos federal e estadual têm feito muitos investimentos em todas as áreas e os novos prefeitos têm recebido muitos acenos de que mais recursos virão a fim de tirar o arquipélago da triste realidade de pobreza como demonstraram recentemente os números do IDESP coletados em 2010 e que, segundo técnicos da Associação dos Municípios do Marajó estão defasados e já não representam a realidade.

Está programada para breve uma reunião entre os prefeitos eleitos e reeleitos a fim de se traçar políticas de interesses comuns que possam beneficiar o arquipélago como um todo e cobrar das instâncias maiores todos os investimentos prometidos. Os prefeitos reconhecem que os problemas são os mesmos em todo o Marajó e a união de forças vai representar um avanço nas relações institucionais. “Não adianta cada qual pensar apenas em si, se unidos temos mais força para garantir nossos direitos”, considera um prefeito marajoara.

 

As ampliações da produção de arroz irrigado com rigoroso controle ambiental e da criação de peixes em cativeiros, fortes investimentos em turismo como pretende o governo do estado, implantação de escolas técnicas e superiores em municípios polos a fim de qualificar os jovens, atração de empresas como fator de geração de emprego e renda são algumas das metas buscadas pelos novos gestores.

 

Texto: Pedro Medina

Comunicação/AMAM
 
  
 
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